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04/09/2017 - 13h49m

Controladoria leva projeto lúdico que visa formação de valores em crianças

Mais de 300 crianças participaram da contação de histórias e receberam a revistinha do Érico e a Turminha Cidadã

Controladoria leva projeto lúdico que visa formação de valores em crianças

Educar uma criança é investir no futuro de uma sociedade. Com essa ideia, a Controladoria-Geral do Estado (CGE) levou para as crianças do município de Capela, durante a 7ª edição do Governo Presente, orientações sobre ética, cidadania e honestidade. A ação apresentou o projeto ‘Érico e a Turminha Cidadã’, que conta a história de um menino que precisa aprender práticas seguras para o bem comum. 

A controladora-geral do Estado de Alagoas, Maria Clara Bugarim, destaca que o projeto facilita criar uma identificação por parte das crianças. 

“Os pequenos são multiplicadores do que aprendem. E, usando o lúdico, queremos levar a mensagem da Controladoria. São valores que precisam ser construídos e firmados desde a formação inicial”.

Mais de 30 crianças do Vale do Paraíba participaram de contações de histórias com a Cia Literando, que usa o lúdico para exemplificar as boas práticas de respeito e cidadania. Além disso, elas receberam revistinhas em quadrinhos que conta a aventura do Érico e sua turminha e material didático, com atividades infantis: como pintura, caça-palavras e cruzadinhas. 

A diretora da Escola Municipal Joaquim Soriano, Tânia Rego de Melo, explica o quanto as histórias são essenciais para a formação dos pequenos estudantes. “Momentos assim contribuem muito para a formação deles. A escola fica localizada na zona rural, eles quase não têm oportunidade de sair, interagir com outras crianças e colocar em prática as lições da sala de aula”. 

O pequeno Wellington, de 6 anos, não piscava os olhos na hora da contação de histórias. Para ele, o melhor momento foi quando apareceu a ‘Fada Razão’ - personagem da história em quadrinhos. “Gostei quando a fada-madrinha jogou um feitiço no Jeitosinho, porque trouxe clareza para todo mundo. Aprendi que não pode jogar bola na rua, tem que ser no estádio”, conta.

A contadora de história Damiana Melo relembra que a inspiração para a contação começou com a avó e, hoje, a troca de afeto com as crianças é o que a motiva nas apresentações. 

"Minha avó não tinha a noção do quanto as histórias que ela contava iriam contribuir com a contadora que sou hoje. A memória vem a tona e vejo o quanto foram significativos aqueles momentos. A contação de histórias não é apenas um ensinamento para quem está ouvindo; é a construção da relação com o outro. A troca de olhares, o carinho, o abraço e os sorrisos. E, a cada contação, isso me motiva a fazer mais. A gente pensa que é uma simples história, mas é mais, é muito importante para a formação dos pequenos", destaca Damiana Melo. 

O objetivo da ação é transformar as crianças, de seis meses a 10 anos, em multiplicadores de conhecimento sobre os conceitos de cidadania, administração pública, controle interno e honestidade junto aos familiares, amigos de escola e comunidade.

“A contação de história é a hora que eles prestam atenção. A história é uma forma mais fácil e direta de ensinar o que é certo e o que é errado”, disse a professora da Creche Paulo Jorge, Fátima Santos.

A assistente social Arabella Mendonça fala sobre a importância de criar lembranças de afeto, diversão e aprendizado. “Quando a gente é adulto, que passa por algum problema, essa memória afetiva é um afago”, define.

 
 
 
 
 
 
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